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OLÁ, tenho 26 anos e arranco cabelo desde os meus
14anos, isso me incomoda muito mais não consigo parar. Eu passei uns anos sem arrancar quando morava fora da minha
cidade, meus cabelos cresceram ficaram igual mais quando voltei começou tudo de
novo. Isso acontece mais quando estou assistindo TV ou quando estou muito ansiosa, quando
vou me dar conta o chão já está cheio de cabelo, aí eu me dou conta da gravidade do problema e a quantidade de cabelo
arrancado. quero parar com isso mais não consigo eu para uns 2 ou 3 dias aí começa tudo de
novo. Beijos para todos
Gostaria muito de uma indicação de um médico que possa tratar minha
Tricotilomania, aqui na minha cidade, pois eu n me suporto mais fazendo isso, é
sério. comecei com uns treze anos, já tenho 30. Meus cabelos são lindos, mas só vivem presos, por causa do problema...
Olá, sofro da Tricotilomania
desde uns 8 anos eu acho...sei q esse mal me acompanha há muito tempo, hj tenho
21anos e não agüento mais conviver com isso, uso a muitos anos uma tiara na
cabeça para esconder a parte em que esta sem cabelo, mais já não adianta mais
pois o centro da minha cabeça já esta quase sem cabelo, sou uma pessoa
bastante tímida acho que grande parte por causa desse mal que me atormenta,
naum vou a clubes por causa do meu problema, várias pessoas tocam no assunto e
eu me recuso a falar desconverso, mais nunca falei p ninguém, minha família e
procurou assuntos na net ate conseguir o telefone de um psiquiatra especialista
no assunto, depois de um tempo conseguir falar com ele e fui a consulta ontem
onde ele me receitou um remédio para controlar a ansiedade e dar continuidade
ao tratamento, (lógico q não vai resolver meu problema da noite p o dia)
fiquei muito confiante e tenho FÉ em DEUS que eu vou conseguir vencer esse mal
Enquanto eu lia a matéria, me peguei arrancando alguns fios, e me dei conta que faço isso por nervoso, intensidade com que vejo as coisas ou ansiedade.
A melhor maneira de parar com isso é seguir todas as instruções postas nesse site, respirar fundo e estar perceptiva à todos nossos movimentos.
Tenho até o péssimo hábito de ficar coçando a cabeça até criar feridas p ficar arrancando a casquinha depois, mas após todas essas informações quero e sei q posso me curar e não vou recair, gente é preciso ter força de vontade, e eu tenho a partir de já.
Olá tenho 17 anos e acho q
comecei a desenvolver esse mal com uns 12/13 anos. Me lembro q foi na época da
separação dos meus pais e eu acho q arrancar o cabelo foi uma forma de liberar
o stress. Eu realmente não sabia o nome dessa doença e me lembro d ter visto
um documentário no Fantástico sobre Tricotilomania e então pensei:
"Nossa, não sou só eu q sofro disso no mundo". Ninguém na minha
família sabe que arranco cabelos... eu já fui ao médico quando era menor e
até xampoo especial eu usei pra evitar queda dos cabelos...sempre que vou fazer
escova no salão tenho q explicar que meu cabelo cai muito porque sempre me
perguntam o motivo dos meus fio tão maltratados.
Agora q pesquisei sobre o assunto sei que não é uma brincadeira de criança e
fiquei assustada... mas é muito difícil evitar quando me dou contar tem um
bolo d fios no chão e rapidamente junto todos eles e jogo fora.
Eu tenho vergonha de contar sobre isso, não sei se vão me chamar de maluca, e
queria muito ajuda de pessoas q passam por essa mesma situação!
Agora estou no ano do vestibular e morro de medo de piorar, até porque me tira
a concentração q eu tanto preciso.
Enfim desabafar aqui já foi d grande ajuda.
Vou tentar com toda a vontade resistir a tentação e torcer para que todos nós
sejamos vencedores na luta contra a Tricotilomania.
Tenho 17 anos e arranco meus
cabelos desde os 14 anos.. naum consigo parar com isso... minha mãe me critica
..minhas irmãs me zoam pois tenho falha na cabeça.. mas naum consigo para com
isso... sinto bem quando arranco os cabelos!!! pesquisei muito e hj eu descobri
que eu tenho essa doença.. existe algum tipo de tratamento ou remédio para
isso!! por favor me ajudem preciso ficar curada.. sinto mal quando as pessoas me
perguntam o que aconteceu na minha cabeça? preciso acabar com isso... estou
ficando muito depressiva choro depois quando vejo a besteira que fiz... por
favor o que posso fazer?
EU NUNCA TIVE ESSE VÍCIO MAIS
QUANDO ENTREI NA MINHA ADOLESCÊNCIA COMECEI A ACHAR QUE OS MEUS CABELOS
ERRAM MTO VOLUMOSOS E QUE EU PODERIA ACABAR COM ISSO, FOI AÍ ENTÃO QUE EU
TIVE A IDÉIA DE COMEÇAR A ARRANCAR PARA QUE ELES FICASSEM MAIS MURCHOS.
FOI AI QUE EU CAI DO CAVALO COMECEI POR UM MOTIVO , QUE TEMPOS DEPOIS ME
LEVOU A UMA PSICOSE SEM VOLTA HOJE JÁ SE PASSARAM MAIS DE 10 ANOS E O TOPO
DA MINHA CABEÇA ESTA COMPLETAMENTE SEM CABELOS E EU NÃO CONSIGO PARAR DE
JEITO NENHUM . FICO HORAS ARRANCANDO, MAIS LOGO EM SEGUIDA VEM O
ARREPENDIMENTO E ATÉ ENTÃO JA É TARDE POIS O BURACO NA MINHA CABEÇA JA
ESTA FEITO E NÃO VOLTA MAIS.
minha história
começou parecida de muitos aqui, desde meus 10 anos arrancava os cabelos, meu
cabelo era lindo enorme, lindo de todo mundo passar a mão elogiar, só que com
o tempo comecei a ter uma buraco enorme na minha cabeça, chorava escondida.
Depois de muito tempo, com uns 14 anos, eu parei de arrancar os cabelos , eu
achei que eu estava curada... Nossa voltou tudo ao normal, porém meu cabelo já
estava grosso. Mas por puro engano meu, com uns 16 comecei tudo de novo, eu
acredito que comecei a arrancar de novo pois não aceitava aquele cabelo
"grosso". Com o passar do tempo, problemas em minha vida, morte dos
meus tios, problema de dinheiro, preocupação de meu sucesso
profissional...PROVAR para meus pais que era capaz profissionalmente, tudo eu
descontava nos meus cabelos. Quando olho ao passado, na época que parei (14 a
16 anos), vejo que eu era uma mulher, eu mudava meu cabelo a todo momento,
pintava, cortava, saía na rua com uma liberdade imensa, sem nenhuma
preocupação de esconder, para que os outros não comentassem. Hoje vivo
frustrada, insegura, tenho um cabelo enorme e não posso solta-lo, é uma
T-O-R-T-U-R-A ter que penteá-lo e ver que não posso solta-lo, e o pior é
ficar de frente ao espelho e pegar um outro espelho e ver que aquela tá lá,
que aquela careca que me amedronta ela não sumiu e que eu estou presa a um
buraco enorme. PROCUREI PSICÓLOGOS mas não adiantou nada...não sei se foram
bons, ou fui que tive medo de enfrentar o problema. E o pior que só por causa
dessa careca, tudo na minha vida modificou, vocês acreditam que acho que todo
mundo é melhor que eu? Fico nervosa quando passo por situações de "PROVAÇÃO"
de avaliação no trabalho, no estudo e não me sinto MULHER, pois acho que
nenhum homem vai gostar de mim pois a minha IDENTIDADE se foi, pois para mim o
cabelo sempre foi um modo de eu me expressar. Sei que a "MUDANÇA TEM QUE
SER DE DENTRO PARA FORA", e que eu não posso ficar ligada a um cabelo e
destruir minha vida, mas para conseguir colocar tudo isso na prática?
HOJE, com um grupo
que participo no yahoo, tenho a E-S-P-E-R-A-N-Ç-A de todo meu cabelo voltar ao
normal, sei que com 11 anos de Tricotilomania, não vai voltar do mesmo jeito, mas só em
pensar que vou poder solta-lo, para mim vai ser uma felicidade imensa...
Minha mãe tem essa doença.
Ela é consciente que tem a doença desde a primeira reportagem. Porém,
recusa-se a aceitar o fato e a procurar tratamento. Ela ainda não está
completamente careca, mas no centro de sua cabeça tem uma falha enorme, a
ponto de quase nunca usar seu cabelo solto ou sem um chapéu (é uma
toquinha de tricô). Me angústia saber de sua condição de doente. Acabo
achando que tenho uma parcela de culpa, pois uma vez ela disse que evitaria
arrancar se eu terminasse com meu (na época) namorado.
Mas acho que não tenho a totalidade dessa culpa, pois desde os meus 15 anos
percebi essa diferente mania, e ness época ainda não o conhecia.
Acho que outro fator importante foi seu casamento. Meu pai a traía muito,
inclusive com as empregadas domésticas, e ela ficava muito abalada. Depois
de 21 anos de casamento eles se separaram, por sua iniciativa, mas acho que
as feridas ainda doíam apesar de não haver mais amor.
Minha mãe também teve problemas com meu pai pois sempre achou que ele não
gostava do primogênito, em razão do meu pai tratá-lo diferente, pois ele
teve uma educação rígida e acreditava homem deveria ser tratado diferente
da mulher.
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