Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) e Sexo Compulsivo

Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC) e Sexo Compulsivo

depoimento

boa tarde dr. Rubens, estou lhe escrevendo para contar como estou me sentindo com o aristab e anafranil 75mg. Nunca me senti tão bem desde 2011. Estou acordando milagrosamente sempre às 6hs da manhã - sem despertador- e ainda por cima bem humorada. O resto do dia estou saindo e até me matriculei em um curso na escola são paulo. Se alguém me contasse isso no mês passado eu não acreditaria. A única coisa que senti é um pouco de prisão de ventre, mas nada muito grave e um pouco de taquicardia,logo depois de ingeri-lo, quando tomo o anafranil,mas passa depois de alguns minutos também.

depoimento

a grande maioria das pessoas fica boa e não escreve nem fala mais sobre o assunto. Sou portador de toc há alguns anos. Sou um adolescente de 19 anos e o toc já me proporcionou muito sofrimento. Fiz tratamento durante nove meses com fluoxetina, e quatro meses após o término do tratamento tive uma tremenda recaída com depressão e transtornos terríveis de ansiedade. Mas aqui fica um recado, nunca desanimem, os depoimentos aqui parecem catastróficos pois quem os escrevem querem de alguma maneira desabafar por estar na pior fase do tratamento. Quando melhoram esquecem o problema e nem freqüentam mais sites como esse. Estava faltando um pouco de esperança nesses comentários

depoimento

tenho 24 anos e há apenas alguns meses decidi procurar ajuda médica para enfrentar alguns problemas que eu julgava ser apenas manias, mas que se intensificaram muito. O psiquiatra diagnosticou que eu era portadora de toc, exatamente como eu pensava, por já conhecer alguns casos. Entre pesquisas na internet sobre o assunto, tomei conhecimento do site e decidi escrever. Concordo com vários depoimentos, principalmente quanto aos preconceitos que os portadores sofrem e com o alto custo do tratamento (utilizo luvox). Infelizmente, poucas pessoas conseguem compreender a angústia que um portador de toc sente. No meu caso, tenho compulsão por conferir as coisas (documentos do trabalho, portas e janelas de casa, ferro de passar roupa, gás, refazer percusos que fiz durante o dia, etc). É terrível sentir que voce precisa destes rituais para ter um dia «menos ruim». Na verdade, acredito que sou extremamente perfeccionista e ainda não aprendi a dar às coisas o real valor e proporcão que elas tem. Felizmente, quero ficar bem, procurei tratamento e ajuda médica, e, com fé em deus, logo estarei melhor. Muita paz, coragem e fé a todos.

depoimento

sou uma pessoa muito compulsiva adoro comprar coisas, mesmo aquelas que não preciso, quando vejo que estou com problemas, invento mentiras para sair deles. Isso está acabando com minha vida. Tenho 27 anos sou casada e tenho uma filha de 2 anos. Meu casamento está chegando ao fim por causa das mentiras que invento, amo demais meu marido, e ele está me abandonando porque não agüenta mais está situação. Estou sofrendo muito, não quero mais essa vida de mentiras, quero ser uma pessoa normal, por favor me ajudem

depoimento

atualmente várias pessoas perdem todo seu patrimônio, autoestima, família e ate amor próprio devido a vício em jogos de azar, no meu caso especificamente, o problema era com jogos eletrônicos (video poker, video bingo, papa-níqueis, etc) tratava-me de problemas de síndrome do pânico e ansiedade com um medicamento chamado olcadil que praticamente curou-me da patologia, mas com o tempo descobri que quando consumia tinha verdadeira fissura por jogo. Comecei então a tentar parar, e para minha surpresa ao parar, comecei a tomar prozac a fissura desapareceu (não tinha a minima vontade de jogar) voltei a priorizar a minha vida e meus compromissos. Gostaria de deixar este depoimento que acho pertinente, o que certos grupos de medicamentos, resolvem determinadas patologias e despertam outras, por isto a nescessidade de nunca omitir nenhum sintoma de seu medico. Sinto-me um vencedor por ter recuperado o que havia perdido, mas o primeiro item que recuperamos e o amor próprio e a auto-confiança, sem os quais tudo fica irrelevante.