Mental Help:Psiquiatria,Neuropsiquiatria. Psychiatry
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Dr Rubens Pitliuk

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Depressão durante a gravidez deve ser tratada porque prejudica a mãe e o bebê

Depoimentos em Depressão na Gravidez, Depressão pós Parto ou Depressão Puerperal, Transtorno no Pânico na Gravidez e no Período pós Parto

Pág 1  P 2  P 3  Perguntas e Respostas Depressão e Pânico na gravidez e pós parto  Psicose Puerperal

Vale para todas as pessoas que querem saber se Depressão, Síndrome do Pânico, TOC, Fobia Social, Psicose, podem ser tratados durante a gravidez e amamentação:

  • A resposta é sim, podem e devem ser tratados.

  • Gravidez e amamentação não impedem nenhum tratamento.

  • Mas é um assunto que exige análise detalhada de cada caso e não posso sugerir remédios específicos por Internet

E se o homem estiver tomando algum antidepressivo ?

  • Nenhum problema !

 

 

 

Estou grávida de quase 3 meses, casada a 1 ano e meio. nao tenho motivos relevantes, porém nao tenho vontade de levantar da cama, de cozinhar, lavar louça e rotinas simples como lavar louça. Quando engravidei tinha acabado de pedir as contas na empresa. esse é uma quadro de depressão na gravidez? Além disso nao fiz meus exames para o pre natal, pois nao tenho vontade de sair de casa pra nada, nem para ir ao medico e fazer exames.

O site esta maravilhoso, graças a Deus achei-o e tive o prazer de saber da existencia do DR. Rubens, que mesmo via internet, lendo as respostas e percebendo a disposição para ajudar, vejo que é um otimo profissional. O assunto q mais me interessa é a depressão durante a gestação. Estou me tratando com um psiquiatra mto bom tbm em Curitiba, que me falou as mesmas coisas que o Dr. Rubens afirma, q há tratamento durante a gestação . Lendo e confirmando isso aqui no site vindo de um profissional tão renomado sinto-me aliviada, com esperança de cura da depressão e quem sabe uma futura gravidez, pois tive um aborto espontaneo junto com a depressão, o q piorou meu estado psicologico. Dr. Rubens, que Deus o abençoe !!

Ola, gostaria de parabenizar o excelente site que nos dá oportunidade de compartilhar nossas dificuldades!
Desde que tive meu filho tive uma depressão pós parto não curada, pois achava que não merecia a importância dos outros e me achava egoísta, pois todos estavam felizes com a chegada da minha filhinha, então neguei que precisasse de ajuda... tinha muito medo de sair de casa temendo q algo fosse acontecer com ela, minha casa era minha fortaleza... tive uma gravidez muito difícil, pois quase perdi meu bebe e muitas brigas conjugais no momento que mais precisei de apoio do meu marido. Chorava muito e mais ainda quando ele nasceu.
Meu pior problema hoje é uma extrema fadiga, me levanto para trabalhar sempre no automático, minha vida é regida por obrigações q devem ser cumpridas e quando vejo já acabou o dia, me sinto exausta em tentar ser uma super mãe e mulher, tenho dores de cabeça muito incomodas, uma pressão grande que me faz PISCAR REPETIDAMENTE e não consigo mais focar meus objetivos, o raciocínio fica lento e não consigo tomar decisões rápidas, isto me incomoda muito! Sou nova tenho 27 anos e tenho FALHAS DE MEMÓRIA que nunca tive! Esqueço de tudo e fiquei menos ágil sem capacidade de concentração! Sempre fui inteligente, sou formada em direito, sempre trabalhei e hoje não consigo mais ler um livro rapidamente, preciso reler alguns trechos para entender de novo o que li anteriormente!! Estou muito ansiosa e acabo comendo meu único prazer, me questiOno das coisas mais estúpidas, do tipo: p que viver? ou negligencio minha casa, minha vida social, meu corpo e ate meu filho por não ter animo para nada! Pior que ninguém percebe e todos acham que não é nada mais me incomoda muito viver assim pois sei que essa não sou eu! mas não consigo evitar pensamentos pessimistas e falta de animo. As vezes gostaria se sumir e sinto constante vontade de ficar isolada para poder ter tempo p mim mesma!
Estou doida ou é o stress q eu imagino mesmo? o q devo fazer? Obrigada!

Olá a todos. Já se passaram 2anos que estou em tratamento de uma depressão pós- parto. Minha história se inicia qdo engravidei pela segunda vez,passei a gravidez toda com contrações e com medo de meu bebê nascer prematuro. Entrei em trabalho de parto com 39 semanas e este durou 8 horas, na expectativa de ocorrer um parto normal e na água,mas minha pressão subiu muito e tive q ser levada para fazer uma cesárea de emergência,pois estava com pré-eclâmpsia que poderia evoluir para uma hemorragia de fígado no qual poderia ser fatal para mim e meu bebê,tive dilaceração bilateral de útero pois o bebê já estava no canal de parto e teve q ser retirado pelos ombros,perdi muito sangue. Após passar por um parto complicado,fiquei muito debilitada fisicamente e psicologicamente. Em meu primeiro mês de pós-parto ,ainda muito debilitada e frágil,tive que acompanhar minha avó(quem me criou) na UTI, após sofrer um AVC, e infelizmente ela veio a óbito. Posso dizer q meu mundo meio ao chão,não consegui resisti a mais este acontecimento inusitado em minha vida. Minha vida ficou sem cor, tudo para mim ficou sem graça,só queria dormir,não me alimentava,abandonei tudo filhos,casa e marido. Em vários momentos de crise pensei em suicídio. Hoje ainda estou em tratamento com psiquiatra e psicólogo,estou um pouco melhor, mas não tenho previsão de alta. Tempo de tratamento para mim não importa, mas sim restabelecer o meu bem estar físico e psicológico. Obrigada por poder relatar minha vivência e espero q meu relato sirva para q outras pessoas tbém dêem seu depoimento e possamos compartilhar nossas vivências e contribuir para desmistificar este transtorno.

Quero deixar registrado meu testemunho para as pessoas que sofrem de síndrome de pânico e que querem engravidar ou já estão grávidas.
Meu filho tem 4 meses e, no início, achei que não daria conta de levar a gravidez até o fim. Tinha pensamentos absurdos e não suportava lembrar que estava com uma criança em minha barriga e não podia tirá-la quando a síndrome de pânico chegasse. Meu psiquiatra me abandonou quando soube que estava grávida dizendo que não podia fazer nada por mim, pois, não podia receitar Fluoxetina. A minha salvação, foram os sites de ajuda aonde fui aconselhada a tomar Fluoxetina por não fazer mal a criança. Pois bem, tomei a partir do 3ª mês por não saber que podia tomar desde o primeiro dia de gravidez por não apresentar problema nenhum ao bebê, informação confirmada por outros médicos e venci essa fase com a ajuda de Deus. Meu filho é perfeito e se não fosse a Fluoxetina não sei o que teria acontecido comigo e com a criança. Agradeço os depoimentos que me ajudaram muito nesse período tão difícil. Recomendo a leitura do livro "Vencendo o pânico sem drogas" de Luiz Delfino Mendes, pois, é uma grande ajuda, pois, esclarece as causas, os sintomas e as conseqüências da síndrome de pânico, não concordo, apenas, quando o autor critica o uso de medicamentos, pois, para mim foram extremamente necessários e eficazes.

Adorei encontrar esse site....boa tarde Dr. e leitores...No momento acho q estou precisando de ajuda, mas falar me faz bem então eu gostaria de contar um pouco sobre o q estou passando....tenho 28 anos e o ano passado engravidei e para minha surpresa de gêmeos...(uma menina e um menino)... lindo não ????
tive uma gravidez maravilhosa a não ser pelos últimos quinze dias onde em uma semana engordei 7 kg talvez pelo inchaço... uma das bolsas furou e tive q fazer repouso absoluto até q minha pressão subiu e lá fui eu ganhar meus bebês (um presente de Deus).
Qdo voltei da anestesia descobri q os dois perderam muito peso e por isso teriam q ficar na incubadora até atingirem 2kg meu sofrimento começou aí ....exatamente aí...
me dei conta de q era minha primeira experiência como mãe e logo de cara dois bebês para cuidar..
a menina em prazo de 4 dias teve alta e ficou comigo no quarto, já o menino foi ficando e um dia ganhava peso outro perdia e com isso chegamos a quase um mês dentro da maternidade. ele não podia mamar no peito recebia alimentação por sonda e cada vez q eu ia visitá-lo (de 3 em 3 horas) eu saia de lá chorando pq não estava preparada pra td isso. O pior foi qdo completamos 20 dias lá "presos" eu assinei um termo de responsabilidade para poderem liberar meu menino pq ele não atingia o peso ideal e eu sabia q em casa seria diferente. resultado, tive alta num sábado, mas em compensação na segunda antes das 9:00 da manhã bateram em minha porta policiais e agentes da Vara da Família para ver se o lugar onde eu vivia era adequado para dois bebês viverem (pode isso). graças a Deus não sou rica mas minha casa esta longe de ser mal arrumada e suja logo fomos liberados das visitas dessas pessoas. TENHO CERTEZA DE NÃO TER FICADO DOENTE ATÉ AGORA PQ TENHO CONSCIÊNCIA DE Q TENHO DOIS SERES PEQ E INDEFESOS PRECISANDO DE MIM... TENHO UM MARIDO MARAVILHOSO Q ME AJUDA E MINHA MÃE TBEM ESTA SEMPRE COMIGO...VOLTEI A TRABALHAR E ISSO DE CERTA FORMA ME DISTRAI UM POUCO. SE ALGUÉM CHEGASSE PARA MIM HJ E DISSESSE VOU CUIDAR DE VC EU IRIA PARA MEU QUARTO DE ME TRANCARIA LÁ POR MESES ATÉ CHORAR E POR PRA FORA TD O Q SINTO...
"SER MÃE REALMENTE É PADECER NO PARAÍSO..."
ACHO Q SOU FORTE POR ESTAR AGÜENTANDO FIRME E NÃO DEMONSTRAR ISSO PRA NINGUÉM...
AMO MEUS BEBÊS, MEU MARIDO E MINHA FAMÍLIA... SÓ DE ESTAR AKI DIGITANDO JA ESTOU CHORANDO PRA VCS TEREM IDÉIA DO Q SINTO. NÃO SEI SE MEU DEPOIMENTO IRÁ AJUDAR, MAS É PARA VCS PERCEBEREM Q SOMOS MAIS FORTES DO QUE IMAGINAMOS E QUE TENDO FÉ EM DEUS ELE NOS DA FORÇA.

Depoimentos em Depressão na Gravidez, Depressão pós Parto ou Depressão Puerperal, Transtorno no Pânico na Gravidez e no Período pós Parto Pág 1  P 2  P 3  Perguntas e Respostas Depressão e Pânico na gravidez e pós parto  Psicose Puerperal

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