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Tive minha primeira crise de
DAB em 1996, que se repetiu com mais força em julho de 1.998.Tenho 29 anos e além
do DAB, tenho Lupus. Meu Reumatologista me liberou para tentar a que seria
minha primeira gravidez. Ainda não estou grávida, mas eu e meu marido estamos
tentando. Tomo dois comprimidos de Carbolitium 450 mg/ dia (desde 1.998) e sou alérgica
a Tegretol. 1. Como deve-se fazer a retirada do Carbolitium uma vez que ele pode
provocar problemas cardíacos no bebe? 2.
Quais seriam os riscos que tenho de vir a entrar em outra crise se a única opção
fosse ficar sem nenhuma medicação?
Embora sem dúvidas existem
muitos casos de mães que tomam Lítio na gravidez sem problemas para o bebe, na
verdade ele e o Tegretol são contra-indicados. Existem algumas opções, mas
conforme está na página, especificamente nesses casos só pessoalmente.
Depende de muitos fatores, tipo características das fases, genética, fatores
desencadeantes, etc. Seu médico é a pessoa mais indicada para discutir as
probabilidades com você. Mesmo que ele também não possa dar nenhuma certeza, O.K.
?
Sou estudante de psicologia, estou
fazendo um trabalho sobre Depressão Puerperal. Formulei uma hipótese, e gostaria de saber a sua opinião sobre a
mesma. A hipótese é a seguinte: "A Depressão pós-parto é menos encontrada em mulheres que possuem reações psicológicas normais e vivem num meio onde a situação é
favorável".
Sim, isso é verdade mas vc disse bem: é menos encontrada, mas mesmo assim existem
muitíssimos casos exatamente nessa situação de vida.
Minha esposa, teve uma
gravidez de 7 meses e perdeu a criança a 5 meses atrás, já tínhamos comprado todas as
coisas para a criança pois seria o nosso 1º filho, no início tudo era tristeza e muito
remorso, agora ela tem algumas atitudes que nem ela mesma sabe explicar....Ela esta bem, e
no mesmo momento ela começa a ficar triste e começa chorar sem motivo algum (aparente),
sei que é pela morte do bebê, mas ela além de ficar chorando não se contente e começa
a bater as mãos e a cabeça na cabeceira da cama com uma seqüência violenta, tento
segurá-la mas ela não gosta de ouvir nem minha voz. São várias horas nesta agonia e
quando ela se acalma, pede desculpas e diz que me ama e que não consegue controlar-se. O
meu maior medo é que ela faça alguma loucura tipo "se matar". Gostaria
que alguém me desse alguma solução sobre esse caso.... ISSO É DEPRESSÃO? Pode ser
tratada?
Pode sim ser uma Depressão
puerperal, e deve passar rápido com tratamento.
Tomo 2 cp de Efexor 75
mg/dia há mais ou menos 2 ano para Depressão. Melhorei muito, mas nunca mais voltei a
ser o que era. Agora estou tentando engravidar. Minhas dúvidas são: há algum
comprometimento ? tenho medo de parar o Efexor e piorar e por outro lado, continuar
tomando e prejudicar a gravidez e a formação do bebê. O Efexor causa esterilidade ?
Dois anos ? Ou o Efexor não
era seu remédio ideal ou não estava em dose suficiente ou faltou associar outro remédio
ou haviam fatores psicológicos que impediram a recuperação total (Depressão tem que
passar completamente !) Ele não provoca esterilidade, mas é um remédio muito novo
para ser tomado na gravidez. Existem outros que são seguros.
Grávida de 5 meses e há +-
1 mês e meio tenho me sentido triste, apática, com falta de interesse em tudo. Os três
primeiros meses de gravidez foram ótimos, estava super feliz com a gravidez que foi
planejada. Tive uma gripe muito forte e fiquei acordada a noite inteira, no dia seguinte
fui trabalhar assim mesmo , me sentindo super mal, com os sintomas da gripe e com a falta
de uma noite não dormida. Meu marido me deixou em casa e teve que voltar ao trabalho.
Senti muito medo de ficar sozinha e comecei a chorar muito, depois desse dia não dormi
mais tranqüilamente, meu sono é leve e depois demoro a pegar no sono novamente, nos dias
seguintes não sou a mesma pessoa: choro à toa , não gosto de ficar sozinha, não estou
curtindo a minha gravidez . O que devo fazer para voltar ao normal ? Estou muito confusa.
Pode ser uma Depressão,
pode ser um estado de ansiedade e tanto um quanto outro podem ser tratados mesmo durante a
gravidez. Procure um Psiquiatra e logo você volta a curtir essa fase de sua vida.
Há 2 anos tive a primeira
crise de SP, fiquei com algumas fobias como: lugares fechados, ir para longe sozinha,
ficar em casa sozinha (em relação a esse problema acho que estou melhorando pois o meu
marido começou a trabalhar a noite e tive que encarar, ainda tenho medo, mas não tive
mas crise.) Estou querendo engravidar e gostaria de saber se esses sintomas podem piorar
com a gravidez? Não tomo nenhum tipo de medicamento.
Se sua SP teve muitos
fatores de stress, e esses fatores acabaram, provavelmente terá com o passar do tempo
cada vez menos "medo de voltar a sentir medo". Mas se ela apareceu sem motivos,
é possível que os ataques se repitam na gravidez. Mas mesmo durante a mesma vc pode ser
tratada. Ter SP não impede ninguém de ter filhos, OK ?
... só me dei bem com o
Limbitrol, haja vista que todos os demais produziram em mim uma grande agitação e piora
do quadro. Todas as conquistas que fiz na minha vida (emprego, casamento, gravidez...)
foram sempre permeadas por uma grande dose de sofrimento, principalmente porque tratava-se
de momentos onde eu tinha necessidade de amadurecer, crescer, e sempre rejeitei isso para
mim, preferindo continuar como uma criança que está sempre sendo cuidada... Passei
momentos inexplicavelmente torturantes, com muita angústia, ansiedade, agonia,
pensamentos repetitivos, tremores, taquicardias, etc... Fiquei grávida sem querer e nunca
quis ser mãe, nunca tive esse sentimento presente dentro de mim (talvez pelo próprio
papel de cuidadora que eu teria que assumir assim que meu filho nascesse...). Enfim,
engravidei e tive que abandonar o Limbitrol. Passei um começo de gravidez difícil, mas
um terceiro trimestre muito bom. Fiquei tão bem que achei que nunca mais precisaria de
medicação. No quarto dia do nascimento de meu filho, mais ou menos, comecei a ter
vontade de chorar por quase tudo (e principalmente pelos afazeres e cuidados com o bebê,
que a mim pareciam imensos) e ficar extremamente irritada e nervosa com as pessoas e todos
os acontecimentos. Até que as coisas foram piorando e muito. Comecei a ter pensamentos
adversos, como : "Não deveria ter ficado grávida", "Não deveria ter sido
mãe" e outros em relação ao bebê, como achar que não o amava e em certos
momentos ter raiva dele e chegar a xingá-lo em pensamento, sendo que nunca tomei
qqr atitude agressiva em relação a ele e, mais do que isso, sinto que não teria coragem de
tomá-la na prática. Fora que nos momentos em que me sinto um pouco melhor, nos momentos
em que pareço não estar tão mal, sinto-me amando meu filho e querendo-o bem. Dessa
forma, entendo como uma espécie de boicote esse "afastamento" do meu filho em
relação a mim. Estou tomando Prozac 20 mg e continuo amamentando. Tomo o
medicamento há +/- 18 ou 19 dias e não senti praticamente melhora nenhuma. Fiquei muito
ansiosa e deveras agoniada com o medicamento e percebo que me dava bem melhor com o
Limbitrol.
Se vc sempre se deu em com o
Limbitrol, pq está tomando Prozac, que em termos de mecanismo de ação é exatamente o
extremo oposto do Limbitrol (e de seu principal componente que é o Tryptanol ?).
Tenho 29 anos e estou
grávida de 5 meses. Faço análise há cinco anos, já tive Depressão (tomei Zoloft) e
hoje me sinto triste e totalmente "mexida" com a gravidez. Tenho medo de não
dar conta de criar minha filha e não sentir alegria quando ela nascer. Meu marido é um
grande companheiro, está sempre ao meu lado. Fui ao Psiquiatra e ele disse que se
passasse algum medicamento, comprometeria a amamentação. Pelas perguntas que eu li, acho
que não é o caso, pois existem medicamentos evoluídos que não causam problema algum.
Gostaria de saber se realmente julga que é necessário fazer uma prevenção e se sim
qual o grupo desse (s) medicamento (s)?
Entendi que a Depressão já
voltou, durante a gravidez mesmo, certo ? Nesse caso ela pode ser tratada sem problemas.
Caso você não esteja deprimida mas tenha medo de deprimir após o parto, essa Depressão
também pode ser prevenida, pois alguns antidepressivos não passam pelo leite e outros
passam em doses tão pequenas que não há problema para o bebê.
32 anos, uma filha de 7
anos, tive Depressão pós parto esse problema quando minha filha nasceu, que durou alguns
dias; uma tristeza enorme, choros contínuos, etc. O que gostaria de saber é se no caso
de uma segunda gravidez, isso aconteceria de novo, e por que aconteceu, se deveria ser um
momento de total felicidade?
Sim, existe grande chance de
você sofrer uma segunda Depressão pós parto. Mas perfeitamente evitável, "previsível"
e
na pior das hipóteses que passará em poucos dias. Portanto, tenha quantos filhos quiser,
pois a DPP não será um problema, OK ? Procure um Psiquiatra em sua cidade e já faça o
planejamento de ser atendida pouco antes do parto.
... as contra indicações
do uso de Trileptal em relação a gravidez. (uma paciente que faz uso deste medicamento
pode engravidar sem risco para o feto?) obs: paciente de 35 anos, nuligesta ,em uso do
medicamento devido grande dificuldade no controle das crises convulsivas.
Consulte a
Novartis. Ele é muito parecido com o Tegretol e esta pode produzir más formações na medula.
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