Depressões, surtos psicóticos e ataques de pânico alteram a estrutura cerebral em termos químicos (neurotransmissão), microscópicos (neurônios, dendritos e axônios) e estruturais (volume de certas estruturas cerebrais). Provavelmente essa é a explicação para o que se sabe há décadas: quanto mais cedo se trata depressão, ansiedade, pânico, stress, DDA, psicose, cefaléia, etc., melhor.
Atenção: vale para quase todas as patologias da Neuropsiquiatria: quanto mais cedo se trata uma fase depressiva, ou um surto psicótico, uma cefaléia, um DOC, um ataque de Pânico, etc., melhor. Depois que o cérebro "aprende" a produzir esses sintomas, é cada vez mais fácil para ele produzi-los. Ou seja, crises, "quanto mais tem mais tem e quanto menos tem menos tem". Portanto deixe seus preconceitos de lado e procure tratamento.

Dr Rubens Pitliuk

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Nem todas as crianças e adultos Hiperativos são "hiperativos", muitos são mais distraídos que agitados.

Psicopedagogia no Transtorno do Déficit de Atenção com ou sem Hiperatividade

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Psicopedagoga em São Paulo Christiane Mermerian R. Derval 115 (V. Mascote) 04362-050  Sao Paulo SP Tel.: 011- 5562-2171 011- 8351-8742 cmermerian@hotmail.com 

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A atuação da Psicopedagoga junto à crianças e adolescentes com Transtorno do Déficit de Atenção com ou sem Hiperatividade (DDA ou TDAH).

A Psicopedagogia é uma especialidade multidisciplinar que integra diversos conhecimentos nas áreas que envolvem a aprendizagem, como a Psicologia, Pedagogia, Neurologia, Fonoaudiologia, entre outras.

O acompanhamento Psicopedagógico tem como objetivo abordar o processo da aprendizagem, como esse se desenvolve e de que forma o indivíduo se relaciona com o aprender; nos aspectos cognitivos, emocionais e sociais.Quando são identificadas dificuldades neste processo, a Psicopedagogia busca as suas origens, os possíveis distúrbios; as habilidades e as limitações do ser que aprende.

A intervenção Psicopedagógica pode ser terapêutica, preventiva e de inclusão escolar.

A Avaliação Psicopedagógica é iniciada a partir da primeira entrevista com os pais, quando é conhecido o motivo da consulta, o desenvolvimento da criança e o histórico familiar.

As sessões são realizadas individualmente com a criança ou adolescente. Diante das necessidades são realizados testes e atividades específicas para avaliar o desenvolvimento cognitivo, psicomotor e emocional da criança. As atividades são voltadas para área da escrita, leitura, raciocínio matemático, motricidade, desenho e o lúdico (jogos com regras), assim como a análise do material escolar.

Diante da avaliação, o acompanhamento poderá ser de uma ou duas vezes por semana.

A avaliação Psicopedagógica tem um papel importante no diagnóstico de uma criança ou adolescente com TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com ou sem Hiperatividade). Elas apresentam dificuldades para manter a sua atenção de forma continuada enquanto realizam uma atividade, mesmo quando há interesse, se dispersam facilmente e desviam sua atenção para um outro estímulo. Quando há hiperatividade, o indivíduo parece incansável, mexe-se constantemente, mais do que necessário quando executa uma atividade; mesmo sentado, parece impaciente, manuseia objetos, balança pernas... Nota-se também, uma certa ansiedade para falar, costuma interromper conversas, brincadeiras e fala sem parar.

Os problemas de atenção, concentração, organização, hiperatividade, e impulsividade afetam o rendimento escolar e, conseqüentemente, a auto-estima da criança. Um diagnóstico realizado o quanto antes, pode evitar sintomas que são associados a este transtorno. O acompanhamento visa criar condições para que o paciente retenha a sua atenção e concentração durante suas atividades, assim como estímulo para organizar-se. No lúdico, observa-se limites, interação com o meio, raciocínio matemático entre outros.

Quando os pais chegam até a clínica Psicopedagógica, geralmente trazem no histórico da criança vários professores particulares, mudanças de escola, dificuldades de relacionamento e inclusive, um desgaste familiar.

Relatos comuns trazidos por pais e educadores de crianças e adolescentes com Déficit de Atenção e Hiperatividade;

  • "Parece que está sempre no mundo da lua"
  • "Não se importa com os seus resultados"
  • "Não tenta mudar"
  • "Não sei mais o que fazer"
  • "Larga tudo, é muito desorganizado e não cumpre com suas obrigações"
  • "Sei que ele é inteligente e consegue fazer as coisas, mas não faz"

Nas queixas as crianças são vistas como agitadas, desorganizadas, perdem objetos, materiais escolares, esquecem compromissos, têm dificuldades para concluir atividades que iniciam e em algumas situações, mostram-se inconvenientes diante do grupo em que se encontram. Mas ao mesmo tempo, são crianças "antenadas", inteligentes e muito afetuosas.

O trabalho Psicopedagógico também é realizado junto aos pais e à escola.

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O suporte dirigido à família é recomendado, pois pode haver um desgaste entre os membros. O problema deve ser visto como familiar e não apenas de um indivíduo. A Psicopedagoga orientará o comportamento e atitudes da família que colaborarão com o tratamento da criança ou do adolescente com TDAH. É importante que haja equilíbrio na postura dos pais diante dos limites, regras e reconhecimento dos aspectos positivos que a criança apresenta. O auxílio nas atividades, na organização dos afazeres e pertences também contribuem para que a criança sinta segurança e confiança perante a família.

Quanto à escola, a Psicopedagoga atua junto aos coordenadores e professores com o objetivo de levantar dados na rotina escolar do aluno, como seu rendimento nas disciplinas, organização, interesse, comportamento em sala de aula e em outras atividades em que participa e também, o seu relacionamento com colegas e professores.

Outros aspectos devem ser considerados como a metodologia proposta pela escola e a sua disponibilidade em auxiliar o aluno com o TDAH no processo da aprendizagem, já que a Psicopedagoga poderá orientar o professor na sua atuação em sala de aula.

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