Seja para você, para um parente ou
amigo, para seus filhos, existe um pré-requisito para o tratamento dar certo: MOTIVAÇÃO.
Sem motivação a pessoa pode tratar o Déficit de Atenção com terapia, com
Ritalina, Ritalina LA, Concerta, Strattera, coaching, leituras que nada vai mudar.
Muitas
vezes os médicos ouvem que a criança tomou Ritalina e as notas não melhoraram
ou que o adulto tomou mas o rendimento no trabalho não melhorou.
A
Ritalina é muito útil, usada desde 1954, mas ela não estuda, não faz lição
de casa, não acorda cedo. Tratamento de DDA, não é só tomar um remédio e
esperar os sintomas desaparecerem.
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Leia
sobre o assunto, converse com outros portadores.
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Estimulantes
são como “óculos para o cérebro”. O que a pessoa vai fazer com a
“visão melhorada” (mais foco, mais concentração, menos impulsividade)
depende também de disciplina própria e esforço conjunto do paciente, sua
família, seu terapeuta.
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Para
os DDAs desatentos e desconcentrados, a mudança pode ser muito rápida,
logo nos primeiros dias.
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Para
os impulsivos e hiperativos, a melhora pode ser mais lenta.
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Existem
diferentes formas de Ritalina (Ritalina de liberação instantânea,
Ritalina LA, Concerta) e outras substâncias além dela. A experiência do médico
mais o feed back do paciente e família vão determinar qual é a medicação
ideal para cada pessoa.
Uma
criança (seja com remédio seja com Psicopedagogia) costuma mudar rapidamente
com a medicação. As aulas ficam mais interessantes e melhora a convivência
com colegas e professores.
Adultos
(principalmente os hiperativos/impulsivos) melhoram mais devagar. Hábitos
adquiridos durante décadas não desaparecem com um comprimido. Se sua mesa de
trabalho é um caos, o remédio não arruma a mesa de ninguém.