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Bom dia, gostaria se saber se o
ATENSINA realmente pode ser usado como início de um tratamento para criança
com hiperatividade. Fiquei na dúvida quando o médico passou isso para o meu
filho de 07 anos que está com falta de concentração na escola e em casa, não
para nem pra comer, tem de levantar para olhar a rua, distrai com bonecos e
assim vai, a hora passa e a comida nada. Na hora das tarefas escolares é a
mesma coisa, tudo o distrai. Não aceita receber o não, tudo ele questiona o
porque. Quando li a BULA do remédio vi que é para tratamento de hipertensão
arterial.
A Literatura internacional
(sobretudo a americana) tem relatado bons resultados com a Clonidina na
hiperatividade dos indivíduos com DDA (ou TDAH). A atenção também tem melhorado
sobretudo quando o Metilfenidato não tem mostrado bons resultados. O colega que
está lhe orientando no tratamento do seu filho está certo no tocante aos
efeitos secundários no início do tratamento. Converse com ele e um ajuste de
dose poderá diminuir a intensidade da sedação. Dr. Raymond Rosenberg
Sou Psicóloga e recebi um
paciente de 8 anos com o diagnóstico de DDA (ou TDAH ou Déficit de Atenção ou Hiperatividade)
feito por um Neurologista, baseado
num EEG, mas em minhas pesquisas descobri que o diagnóstico é clínico. Tenho
me indagado se esse diagnóstico não pode estar equivocado, visto que a sua
vida tem sido muito complicada, com uma família bastante desestruturada. Ele
apresenta muita agitação e desconcentração na escola e em casa, porém em
meu consultório, nunca deixa sem terminar o que inicia: desenhos bem elaborados
e construções muito criativas com sucata. O que acham?
De fato o diagnóstico de DDA (ou TDAH)
é clínico e o Neurologista deve ter tomado uma história do paciente como
parte de sua avaliação o que o levou ao diagnóstico. Tenho certeza que o
pedido de EEG foi para descartar uma patologia associada. Qualquer médico que
receber um paciente com história de DDA (ou TDAH ou Déficit de Atenção ou Hiperatividade)
deve pensar em diagnóstico
diferencial. Devo acrescentar que o indivíduo com DDA (ou TDAH) tem um excelente contato
na entrevista um-a-um e o diagnóstico deve ser feito, no caso do Psicólogo,
através de testes psicológicos. No caso de DDA (ou TDAH ou Déficit de Atenção ou Hiperatividade)
o WISC-R e o Bender Gestalt
seriam de grande ajuda. Dr. Raymond Rosenberg.
Meu filho é portador de TDAH,
hj com 17 anos. Soubemos disso através de um diagnóstico feito há 5 anos atrás.
Na época, foi recomendado o uso da Ritalina. Ele tomou por um curto período (1
mês) pois logo em seguida, o medicamento desapareceu do mercado brasileiro.
Quando reapareceu, meu filho se recusou a tomar o medicamento orientado pela
terapeuta. Ainda hj, recusa-se a tomar o medicamento alegando q pode administrar
isso sozinho, sem a ajuda do medicamento. Ele as vezes fica extremamente
agitado, ansioso, e é comum o seu esquecimento e desorganização. O q Sr
sugere p q eu o faça mudar de idéia, visto q seu rendimento escolar e
profissional (ele trabalha com montagem de computadores) poderiam aumentar c o
uso da Ritalina?
Muitas pessoas que não querem
ou não podem tomar Ritalina e etc. estabelecem mecanismos de compensação para
a falta de Atenção. Por exemplo: diários, bloquinhos de lembretes, agendas,
post-its em toda parte, relógios com múltiplos alarmes, etc. Portanto, embora
a Ritalina tenha efeitos espetaculares e rápidos, ela não é obrigatória em
todos os casos. Dr. Rubens Pitliuk
Notei que minha filha de 7 anos
começou a ser uma criança hiperativa depois que nasceu minha segunda filha,
hoje com 4 anos, ela nasceu com MIELOMENINGOCELE (sem movimentos nos membros
inferiores), exigindo muita atenção e cuidados, depois disso ela começou a
mudar seu comportamento, até hoje não procurei nenhum especialista no assunto,
o que devo fazer?
Creio que e' interessante
procurar um especialista para saber se o quadro é emocional ou não. Além
disso, para qualquer situação desencadeante, o quadro merece uma atenção
especial para corrigir o desvio comportamental e para sua orientação. As
ordens. Abram (011) 37471390
Gostaria de saber mais sobre o
uso da Fluoxetina no tratamento da Hiperatividade Infantil para crianças que não
respondem à Ritalina. Qual a dose que costuma ser indicada? Qual o tempo
necessário para que se possa verificar a eficiência da medicação ou decidir
trocar de medicamento?
Nada posso informar a respeito
da Fluoxetina, pois não a uso nesses casos. As ordens Abram (011) 37471390
Geralmente a criança
hiperativa tem que ser tratada com medicação ?* Por quanto tempo?*Como tratar
esse caso de que a criança precisa tomar um Psicoestimulante para a Hiperatividade
e um Anticonvulsivante para as convulsões? O Tegretol não é contra indicado
para hiperativos?*Gostaríamos de ter o nome, endereço, enfim , algum contato
ou e-mail do Centro especializado em Hiperatividade conhecido Internacionalmente
que fica no Rio Grande do Sul. Estamos muito estressados e preocupados 24 horas
com as 24 horas de Hiperatividade há 7 anos. Desculpe-nos, mas amamos demais o
nosso filho, nos preocupamos com o futuro dele e sofremos em vê-lo sozinho e
sem paz. Ajude-nos.
O paciente hiperativo se
beneficia e muito com medicamento estimulante e o tempo médio de tratamento é
2-3 anos. O Anticonvulsivante só é pertinente se houver antecedente de convulsão. Sugiro
a você procurar Dr. Luis Augusto Rhodes na Universidade do Rio Grande do Sul, em
Porto Alegre. As ordens. Abram (011) 37471390.
Meu filho irá completar 7 anos
em agosto, está com acompanhamento psicológico e foi sugerido uma consulta a
um Neurologista, que realizou exames clínicos e detectou alguma falta de
coordenação, sugerindo dar o remédio Ritalina durante a semana e observar seu
acompanhamento. Eu evito ao máximo remédios, ainda mais controlados, o
homeopata do meu filho receitou um calmante natural Passiflorine duas vezes ao
dia, e tenho notado uma grande melhora no seu comportamento. Será que é
necessário mesmo este remédio, a comprovação da Hiperatividade pelo Neurologista
seria somente pelo meu relato'?? eu fico preocupada pq meu filho faz bem suas
tarefas é muito inteligente, só que não é caprichoso, não para quieto e
agora que mudou de escola na 1a. série estou tendo algumas reclamações da
Escola, porém com este calmante ele tem melhorado. O que faço, continuo com o Passiflorine,
dizem que o Ritalina causa dependência, há tendências de pessoas que tomam
esta medicação se droguem?? o que faço??
Se o seu filho está bem com o
medicamento receitado pelo seu médico, não deve ser trocada , pois não há
razão para isso. Quanto à Ritalina não acredite nas bobagens que te falaram.
Abram
Sou psicóloga e recebi um
paciente de 8 anos com o diagnóstico de DDA (ou TDAH) feito por um Neurologista, baseado
num EEG, mas em minhas pesquisas descobri que o diagnóstico é clínico. Tenho
me indagado se esse diagnóstico não pode estar equivocado, visto que a sua
vida tem sido muito complicada, com uma família bastante desestruturada. Ele
apresenta muita agitação e desconcentração na escola e em casa, porém em
meu consultório, nunca deixa sem terminar o que inicia: desenhos bem elaborados
e construções muito criativas com sucata. O que acham?
O EEG não é exame para
diagnóstico de DDA (ou TDAH ou Déficit de Atenção ou Hiperatividade), portanto parece-me estranho este parecer. O fato do
paciente conseguir um bom desempenho no trabalho individual, não implica,
necessariamente que o consiga fazer em grupo ou numa sala de aulas rodeado de
vários estímulos. Valeria a pena conversar com os professores e orientadores
para melhor apurar. Abram
Tenho uma filha de 4 anos e 5 meses, nasceu de cesariana e
já na hora em que a pediatra foi fazer-lhe a limpeza de praxe ela disse assim: "que danadinha, não quer me deixar passar a sondinha, ela está me
dando soquinhos e empurrando minha mão", no berçário ela era a criança
mais chorona. Ela teve cólicas abdominais até aproximadamente os 11 meses, tinha
dificuldade para dormir, só se alimentada no peito, o que se deu até 1 ano de 4 meses, quando tive que praticamente
forçá-la a largar (usei
buldo nos mamilos para que ela o largasse, deu certo, e ai começou a luta com alimentação o que ocorre até
hoje. Recentemente minha terapeuta suspeitou que ela fosse hiperativa. Ela não é inquieta, como caracteriza a doença, ela é opositora, nos
parece ter atenção difusa, pois faz várias coisas ao mesmo tempo . Ela esta fazendo atualmente
avaliação com uma psicóloga, tendo passado antes pelo Psiquiatra que diagnosticou a doença mais deixou claro que
talvez ela não apresentasse Déficit de atenção. Com o comportamento opositor não vem por
acaso, eu concordo com o Psiquiatra, mas meu marido que é psicólogo e segue a linha psicanalítica, não concorda, ela considera que o tratamento é severo e usa drogas fortes.
O EEG dela deu alterações em algumas ondas, na amplitude e velocidade delas, (aumento na amplitude, e
conseqüentemente lentidão nas mesmas. Eu gostaria de saber se existe Hiperatividade
sem Déficit de atenção, enfim gostaria que vocês me informassem mais a respeito da
doença.
A Hiperatividade
não se acompanha, necessariamente, do Déficit de atenção, mas o importante é se saber se a
Hiperatividade não atrapalha a dinâmica de vida da criança na escola, em casa e na suas atividades sociais.
Havendo interferências nas suas várias atividades o tratamento está indicado. Quanto aos medicamentos nós todos sabemos que qualquer que seja a
substância poderá ter efeitos adversos, mas o especialista os conhece e sabe como lidar. Deve-se considerar as reais vantagens, para o paciente,
quando se indica um tratamento. A criança não tratada e que continua com comportamento inadequado e vivendo num ambiente de cobranças e rejeições não
me parece que isso seja o melhor que se deseja a ela. Às ordens Abram
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