As pesquisas mais recentes mostram que depressões, surtos psicóticos e ataques de pânico alteram a estrutura cerebral em termos químicos (neurotransmissão), microscópicos (neurônios, dendritos e axônios) e estruturais (volume de certas estruturas cerebrais). Provavelmente essa é a explicação para o que se sabe há décadas: quanto mais cedo se trata depressão, ansiedade, pânico, stress, DDA, psicose, cefaléia, etc., melhor.
Atenção: vale para quase todas as patologias da Neuropsiquiatria: quanto mais cedo se trata uma fase depressiva, ou um surto psicótico, uma cefaléia, um DOC, um ataque de Pânico, etc., melhor. Depois que o cérebro "aprende" a produzir esses sintomas, é cada vez mais fácil para ele produzi-los. Ou seja, crises, "quanto mais tem mais tem e quanto menos tem menos tem". Portanto deixe seus preconceitos de lado e procure tratamento.

Dr Rubens Pitliuk

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Cuidado com falsos médicos

Medo de desmaiar, falta de ar, tontura, pernas bambas, tudo isso pode ser Síndrome do Pânico, que na maioria das vezes tem tratamento fácil

Síndrome do Pânico e seu tratamento: medicamentos inibidores da recaptação de Serotonina, depoimentos de pacientes Pág 1 P 2 P 3 P 4 P 5 P 6 P 7 P 8 P 9 P 10 P 11 P 12

Perguntas e Respostas Depressão e Pânico na gravidez  Stress  Pós Traumático Stress

Olá Dr.! Faz MUITO tempo que conheço esse site maravilhoso, inclusive já o indiquei para algumas pessoas. Meu depoimento é o seguinte. Em 2006 tive depressão e Síndrome do Pânico. Só queria ficar trancada no quarto, com portas e janelas fechadas. Não saia para nada. Procurei um psiquiatra que me receitou uma combinação de Anafranil e Rivotril. Os 1ºs dias do tratamento não foram fáceis, pq sentia muito sono e queria ficar logo boa (desejava que o efeito dos remédios fosse imediato). Porém, recebi muita força do meu médico que me explicou tudo direitinho, inclusive que esses remédios levam algumas semanas para produzir efeito. Insisti e que MARAVILHA!!!!!! Fiquei boa. Voltei a trabalhar, arrumei mais outro emprego, minha vida tava toda certinha. Viajava (coisa que tinha medo só de pensar), fiz meu maridão mais feliz, parecia um milagre. Inclusive recuperei o peso que perdi durante as crises. Já estava tomando a dose de manutenção (1o mg) ao dia de Anafranil e 5 gotinhas de Rivotril para dormir, qdo descobri que estava grávida( em 13/11/07). Por conta própria parei os medicamentos de vez. No começo senti os tais choquinhos da síndrome de abstinência (mas, como já tinha lido no seu site que é normal) não me preocupei. A 1 semana, descobri que minha gravidez é anembrionária (não desenvolve o embrião) e meu mundo desabou de novo...Voltei a ter crises de pânico, pq me estressei bastante, fiz MUITOS exames, foi sofrido. Estou sentindo um comecinho de depressão tb. Quero MUITO voltar a tomar minha medicação, porém fico insegura, embora saiba que vai me ajudar de novo. Tenho medo de passar tudo de novo...Será que como parei de tomar a 1 mês somente, talvez não fique tão sonolenta como da outra vez? preciso trabalhar...Outra dúvida: eu e meu marido queremos muito tentar outro bebê daqui a um tempo. Existe alguma forma de tratar a depressão mesmo estando grávida? Me ajude, estou MUITO insegura e tenho medo que tudo piore. Estou com os remédios nas minhas mãos e com medo de tomar... (Resposta: sim pode tratar mesmo grávida).

Demorei quase 11 anos para descobrir que o meu problema era síndrome de Pânico, fiz todos os exames possíveis e imagináveis e nada resolvia, tudo normal. Ha dois anos faço tratamento e terapia, hoje estou bem melhor e já consigo controlar as crises, muitas pessoas tentam sair disto sozinhas...mas e impossível, me considero uma vencedora, pois aceitei e procurei ajuda, e o que todos deveriam fazer. Existem muitas pessoas que vêem a Depressão ou a Síndrome, como as pessoas da idade media ... loucura...mas não e nada disso, a nossa auto-estima fica tão baixa, que qto mais as pessoas dizem que vc tem que superar e vc não consegue tudo fica muito pior, um conselho para as pessoas que sofrem ... procurem ajuda, isto não e loucura, não escute as outras pessoas...muitas pessoas me diziam, porque vc sente tanto mal vc precisa parar com isso. mas dor e amor so quem sente avalia...hoje tomo meus remédios todos os dias e que nem são tantos, dois por dia e faço terapia. A terapia um auto-conhecimento, ninguém faz terapia por que e doido, e ainda apesar de todos os estudos de já ter sido comprovado cientificamente, ainda existem pessoas que pensam assim. Eu não sou louca passei por momentos muito difíceis na vida e tem horas que precisamos de ajuda. Hoje sou uma pessoa feliz, não tenho mais crises e melhorei muito os meus medos.

Gostaria que meu depoimento servisse como uma fonte de esperança para muitos que buscam esse site. Em meados de julho de 2007, tive todos os sintomas relacionados à SP. Tudo começou com uma sensação de tontura que, dia após dia tornou-se mais recorrente. Com a tontura veio também o enjôo, a falta de ar, o suor excessivo em momentos inesperados, o pavor de estar em lugares fechados e etc. Procurei um clínico geral que me solicitou todos os exames possíveis. Diagnóstico: nada em nenhum deles. Comecei a tomar um remédio antidepressivo com uma dosagem mínima e tive muitos sintomas indesejáveis, mas tornei-me mais confiante na minha melhora. Por ter muita fé em Deus, decidi que iria superar todos os meus medos e obstáculos. Fui para lugares fechados e lotados de gente, saía sozinha, trabalhava, estudava, namorava. Tentei não mudar em nada minha rotina. Foi difícil no início, mas superei tudo. Quando o médico diminuiu a minha dosagem, matriculei-me numa academia e também procurei a acupuntura. Minha vida se transformou totalmente. Logo no início das sessões, parei de tomar o remédio e não tive mais nenhum sintoma. O acupunturista me disse que eu tive uma crise de estresse e, não, uma crise de pânico, pois não tinha a sensação de morte e nem a depressão. Se sim ou não, o fato é que tenho uma vida normal hoje e acredito que todos que estão passando por isso agora devem ter fé de que tudo pode ficar bem novamente. No meio deste momento tão difícil, entrei neste site e prometi que se melhorasse deixaria um depoimento registrando isso, já que é muito desesperador não ter a perspectiva de que é possível ser feliz de novo. Gostaria que as pessoas que têm a SP tivessem como lema a fé em si próprios e em Deus. É possível passar por isso e vencer. Acreditem na vida, nas pessoas que vocês amam, nos bons médicos, em boas leituras, em passeios ao ar livre. Nesta fase não se esqueçam de dar muitas risadas, de voltar a ser crianças, de beijar, de dizer e receber eu te amo, de dançar bastante e cantar no banheiro, de agradecer a Deus, de resistir à SP. Quando percebemos que não podemos ser perfeitos o tempo todo, a vida fica mais leve, mais saborosa. Eu consigo fazer tudo igual hoje como antes, mas com a diferença de que me amo mais e me respeito muito. Faço acupuntura para relaxar e academia para deixar a tensão sob controle. A SP ficará como uma lembrança de 2007 porque não irá comigo para 2008. Espero que vocês digam o mesmo em breve. Paz.

Em março de 2006 estava no supermercado quando de repente comecei a sentir um tremor forte nas pernas, sudorese intensa, falta de ar, tontura e tremor, chegando ao ponto de não suportar e cair ao chão. Depois disso passei quase 4 meses sem trabalhar e vagando em diversos médicos de todas as especialidades e não era constatado nada, só descobrir que tinha síndrome do Pânico quando estava em uma depressão muito forte e resolvi procurar um psicólogo que me indicou um psiquiatra que me medicou com o Pamelor e o Rivotril, que permitiu que eu pudesse sair de casa e voltar ao trabalho.

Gostaria de aqui nesse site prestar meu testemunho que o Pânico tem cura! Ou então a melhora é tão significante que é considerada uma cura perante os terríveis sintomas que esse Distúrbio nos causa. Hoje tenho 37 anos e hoje tenho consciência que sofri de Pânico minha vida toda. Antes com pequenos medos na infância que me tiravam toda a liberdade de aproveitar essa parte da minha vida. Depois na adolescência, coisas que não fazia devido a medos que eu achava que eram apenas um caso de timidez. Meu primeiro ataque de Pânico deu-se quando eu engravidei e por destino fiquei presa em um elevador durante 40 minutos não foi só medo foi Pânico mesmo, senti tudo que vcs que sofrem desse Distúrbio sentem além de ter medo de perder meu bebe por causa dessas sensações. A partir daí não fiquei mais sozinha sempre tinha alguém a meu lado pra sair pra dormir até pra tomar banho alguém tinha que ficar no banheiro comigo. Meu esposo e minha mãe viraram meus escravos. Tive minha filha e uma forte depressão pós parto não cuidei dela por um ano. Depois de passar por todas as especialidades médicas existentes, resolveram me levar a uma Psiquiatra que diagnosticou depressão, me receitou um medicamento e eu fui melhorando. Mas sempre tinha que alguém me acompanhar nos lugares que raramente ia pois detestava multidão. O tempo foi passando e as crises de Pânico voltaram, ela trocou o medicamento. Só tive melhora e assim foram 15 anos de minha vida triste deprimida medrosa improdutiva. Em abril desse ano descobri que estava grávida pela segunda vez, quase morri quando vi o resultado, fiquei no Hospital mesmo tomando calmantes. Quando voltei pra casa deitei na cama e resolvi que dali não sairia mais, chorava dia e noite, meu coração disparava tinha suores o corpo esquentava e esfriava etc. Minha médica suspendeu todos os remédios, dizia que faria mal ao bebe. Com instinto de mãe agüentei 18 semanas a seco sem tomar nada parecia que eu estava no inferno. Depois disso ela me liberou um Antidepressivo mas na dose mínima melhorei o suficiente para dar a luz ao meu filho com 39 semanas de gestação. Ela me disse que eu não poderia amamentar se continuasse tomando os remédios foi uma notícia muito ruim pois eu tinha muito leite mas tinhas ataques de pânico e depressão. Resolvi parar de amamentar chorei dias por causa disso. Então navegando na net descobri esse site e me empolguei muito com ele.

As palavras do Dr. Rubens me davam ânimo. Resolvi marcar uma consulta com ele e foi a melhor coisa que me aconteceu até hoje. Em poucos minutos contei minha história ele me passou um medicamento e aumentou a dose do outro e disse que grávidas e nutrizes podem se tratar da depressão e do Pânico. Mas meu leite já tinha secado que pena. Hoje 4 depois de 1 mês de tratamento me sinto curada faço tudo que uma pessoa considerada normal faz. Não sei se vou voltar a ter novamente esse problema mas a 30 dias estou curada e toda noite quando vou dormir Agradeço a DEUS por ter me permitido mais um dia curada. Vcs que estão lendo isso procurem um médico que esteja interado das novidades em psiquiatria que estude. Eu adoro minha médica mas ela não sabia que eu poderia ter tido uma gravidez melhor e que eu poderia amamentar. ou até quem sabe já teria me medicado com a "cura" a muito mais tempo. Procurem médicos atualizados interessados pelo assunto, insistam, persistam, não deu certo com um medicamento, existem outros, existem combinações mil. NÃO DESISTAM EXISTE CURA.

Oi pessoal.... bom, conheci esse site quanto estava em busca de informações sobre os sintomas da síndrome do pânico... Meu caso, na realidade, é atual... Tenho 26 anos e estou com problemas os quais eu mesma já imaginava que fossem sintomas do pânico, e consegui identificá-los com a ajuda de um amigo médico e desse site. Aconteceu que, do nada, sem explicação concreta para mim, eu comecei a sentir um forte medo de morrer... Sou fumante e pensava que o cigarro estava me matando... para mim, meus pulmões estariam totalmente tomados pela nicotina... Resolvi parar de fumar com medo de morrer... Até que, na segunda feira passada, sem fumar se quer um cigarro, comecei a me sentir mal no escritório onde trabalho... muita falta de ar, ondas fortíssimas de calor, tontura, pressão baixa, náuseas me fizeram ir ao médico com medo de que fosse morrer aquele dia mesmo... Ao me consultar com uma especialista percebi que não tinha NADA!!! Meu problema era totalmente psicológico... (!!!) A médica então me receitou um anti depressivo leve, fitoterápico e em baixa dose, mas não comentou nada referente ao pânico. Saí de lá e pensei que estivesse tudo bem. Porém, meus problemas continuam e, pra ser sincera, pioraram.... Hoje mesmo, eu senti muito medo em sair de casa, só de pensar em enfrentar o metrô... Estava com medo de sair sozinha na rua, medo de estar dentro do vagão do metrô e passar mal... no entanto que nem sento mais nos bancos do metrô, só fico em pé próximo à porta, pois caso aconteça algo, é mais fácil para eu sair correndo dali. Ao chegar no escritório, trêmula, com muito calor e um medo grotesco de alguma coisa, me deu uma forte crise de choro... Chorei muito, com medo de alguma coisa a qual eu não sei definir bem, mas um dos motivos é a saída sozinha nas ruas e no metrô (principalmente) e o forte medo de morrer... Então, liguei para um grande amigo que é médico pediatra e o mesmo me indicou um amigo dele, psiquiatra para eu passar amanhã pela manhã... Com certeza eu irei... Pelo que meu amigo me informou, estou com os sintomas da síndrome do pânico, e ao procurar respostas para isso, encontrei aqui neste site todos os sintomas que sinto atualmente... Tenho medo de muita coisa... Medo até de dormir e não acordar mais... fico me segurando pra não pegar no sono, mas o corpo não agüenta... nisso só Deus sabe a que horas durmo! Mas, mesmo estando passando por tudo isso, estou feliz por ter encontrado um motivo para todas as minhas angústias e aflições e saber que existe um tratamento para isso. E como meu amigo me disse, não posso ficar com isso na cabeça... É o mesmo que digo pra você que está lendo meu depoimento agora... Por mais que você tenha diagnosticado seu problema ser síndrome do pânico, não deixe que isso tome conta de você mais ainda. Vá a um especialista, converse com o médico como se fosse um "amigo" seu, para não ficar aquele clima de "doença" e leve na boa... O mais importante é você saber que tudo o que você sente é normal, acontece com muitas pessoas e a cura é simples... Eu estou bastante confiante nisso e tenho certeza de que esse meu pensamento será o primeiro passo para minha cura rápida, pois na minha opinião, não adianta nada você ir ao médico, fazer tratamentos com psiquiatras e tomar remédios se sua "mente" não deixar você se curar... Procure esquecer ou pelo menos pensar em outra coisa... em algo que te agrade, que te faça sentir bem, quando a crise tentar começar... Acredito que esse é um bom começo para um tratamento bem sucedido...

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